Resoluções de Jonathan Edwards

Sendo sensível ao fato de que sou incapaz de fazer qualquer coisa sem a ajuda de Deus, humildemente rogo-Lhe, pela sua graça, que me capacite a manter estas Resoluções até ao ponto em que elas sejam agradáveis à sua vontade, por amor a Cristo. Amém.
1. Resolvi que farei tudo aquilo que seja para a maior glória de Deus e para o meu próprio bem, proveito e agrado, durante todo tempo de minha peregrinação, sem nunca levar em consideração o tempo que isso exigirá de mim, seja agora ou pela eternidade fora. Resolvi que farei tudo o que sentir ser o meu dever e que traga benefícios para a humanidade em geral, não importando quantas ou quão grandes sejam as dificuldades que venha a enfrentar. 

2. Resolvi permanecer na busca contínua de novas maneiras para poder promover as resoluções acima mencionadas.

3. Resolvi arrepender-me, caso eu um dia me torne menos responsável no tocante a estas resoluções, negligenciando uma ínfima parte de qualquer uma delas e confessar cada falha individualmente assim que cair em mim.

4. Resolvi, também, nunca negar alguma maneira ou coisa difícil, seja no corpo ou na alma, menos ou mais, que leve à glorificação de Deus; também não sofrê-la se tiver como evitá-la.

5. Resolvi jamais desperdiçar um só momento do meu tempo; pelo contrário, sempre buscarei formas de torná-lo o mais proveitoso possível.

6. Resolvi viver usando todas minhas forças enquanto viver.

7. Resolvi jamais fazer alguma coisa que eu não faria, se soubesse que estava vivendo a última hora da minha vida.

8. Resolvi ser a todos os níveis, tanto no falar como no fazer, como se não houvesse ninguém mais vil que eu sobre a terra, como se eu próprio houvesse cometido esses mesmos pecados ou apenas sofresse das mesmas debilidades e falhas que todos os outros; também nunca permitirei que o tomar conhecimento dos pecados dos outros me venha trazer algo mais que vergonha sobre mim mesmo e uma oportunidade de poder confessar meus próprios pecados e miséria a Deus.

9. Resolvi pensar e meditar bastante e em todas as ocasiões sobre minha própria morte e sobre circunstâncias relacionadas com a morte.

10. Resolvi, sempre que experimentar e sentir dor, relacioná-la com as dores do martírio e também com as do inferno.

11. Resolvi que sempre que pense em qualquer enigma sobre a salvação, fazer de tudo imediatamente para resolvê-lo e entendê-lo, caso nenhuma circunstância me impeça de fazê-lo.

12. Resolvi, assim que sentir um mínimo de gratificação ou deleite de orgulho ou de vaidade, eliminá-lo de imediato.

13. Resolvi nunca cessar de buscar objectos precisos para minha caridade e liberalidade.

14. Resolvi nunca fazer algo em forma de vingança.

15. Resolvi nunca sofrer nenhuma das mais pequenas manifestações de ira vinda de seres irracionais.

16. Resolvi nunca falar mal de ninguém, de forma tal que afete a honra da pessoa em questão, nem para mais nem para menos honra, sob nenhum pretexto ou circunstância, a não ser que possa promover algum bem e que possa trazer um real benefício.

17. Resolvi viver de tal forma como se estivesse sempre vivendo o meu último suspiro.

18. Resolvi viver de tal forma, em todo o tempo, como vivo dentro dos meus melhores padrões de santidade privada e daqueles momentos que tenho maior clarividência sobre o conteúdo de todo o evangelho e percepção do mundo vindouro.

19. Resolvi nunca fazer algo de que tenha receio de fazer uma hora antes de soar a última trombeta.

20. Resolvi manter a mais restrita temperança em tudo que como e tudo quanto bebo.

21. Resolvi nunca fazer algo que possa ser contado como justa ocasião para desprezar ou mesmo pensar mal de alguém de quem se me aperceba algum mal.
(Resoluções 1 a 21 foram escritas em New Haven em 1722) 

22. Resolvi esforçar-me para obter para mim mesmo todo bem possível do mundo vindouro, tudo quanto me seja possível alcançar de lá, com todo meu vigor em Deus – poder, vigor, veemência, violência interior mesmo, tudo quanto me seja possível aplicar e admoestar sobre mim de qualquer maneira que me seja possível pensar e aperceber-me. 

23. Resolvi tomar ação deliberada e imediata sempre que me aperceber que possa ser tomada para a glória de Deus e que possa devolver a Deus Sua intenção original sobre nós, Seu desígnio inicial e Sua finalidade. Caso eu descubra, também, que em nada servirá a glória de Deus exclusivamente, repudiarei tal coisa e a terei como uma evidente quebra da quarta resolução. 

24. Resolvi que, sempre que encetar e cair por um caminho de concupiscência e mau, voltar atrás e achar sua origem em mim, tudo quanto origina em mim tal coisa. Depois, encetar por uma via cuidadosa e precisa de nunca mais tornar a fazer o mesmo e de orar e lutar de joelhos e com todas as minhas forças contra as origens de tais ocorrências. 

25. Resolvi examinar sempre cuidadosamente e de forma constante e precisa, qual a coisa em mim que causa a mínima dúvida sobre o verdadeiro amor de Deus para direcionar todas as minhas fortalezas contra tal origem. 

26. Resolvi abater tais coisas, a medida que as veja abatendo minha segurança.

27. Resolvi nunca omitir nada de livre vontade, a menos que essa omissão traga glória a Deus; irei, então e com frequência, rever todas as minhas omissões. 

28. Resolvi estudar as Escrituras de tal modo firme, preciso, constante e frequente que me seja tornado possível e que me aperceba em mim mesmo de que estou crescendo no conhecimento real das mesmas.

29. Resolvi nunca ter como uma oração ou petição, nem permitir que passe por oração, algo que seja feito de tal maneira ou sob tais circunstâncias que me possam privar de esperar que Deus me atenda. Também não aceitarei como confissão algo que Deus não possa aceitar como tal.

30. Resolvi extenuar-me e esforçar-me ao máximo de minha capacidade real para, a cada semana, ser levado a um patamar mais real de meu exercício religioso, um patamar mais elevado de graça e aceitação em Deus, do que tive na semana anterior.

31. Resolvi nunca dizer nada que seja contra alguém, exceto quando tal coisa se ache de pleno acordo com a mais elevada honorabilidade evangélica e amor de Deus para com a sua humanidade, também de pleno acordo com o grau mais elevado de humildade e sensibilidade sobre meus próprios erros e falhas e de pleno acordo àquela regra de ouro celestial; e, sempre que disser qualquer coisa contra alguém, colocar isso mesmo mediante a luz desta resolução convictamente.

32. Resolvi que deverei ser estrita e firmemente fiel à minha confiança, de forma que o provérbio 20:6 “ Mas, o homem fiel, quem o achará? ” não se torne nem mesmo parcialmente verdadeiro a meu respeito. 

33. Resolvi, fazer tudo que poderei fazer para tornar a paz acessível, possível de manter, de estabelecer, sempre que tal coisa nunca possa interferir ou inferir contra outros valores maiores e de aspectos mais relevantes. 26 de Dezembro de 1722 

34. Resolvi nada falar que não seja inquestionavelmente verídico e realmente verdadeiro em mim.

35. Resolvi que, sempre que me puser a questionar se cumpri todo meu dever, de tal forma que minha serenidade e paz de espírito sejam ligeiramente perturbadas através de tal procedimento, colocá-lo diante de Deus e depois verificar como tal problema foi resolvido. 18 de Dezembro 1722 

36. Resolvi nunca dizer nada de mal sobre ninguém que seja, a menos que algum bem particular nasça disso mesmo. 19 de Dezembro de 1722 

37. Resolvi inquirir todas as noites, ao deitar-me, onde e em quais circunstancias fui negligente, que atos cometi e onde me pude negar a mim mesmo. Também farei o mesmo no fim de cada ano, mês e semana. 22 e 26 de Dezembro de 1722 

38. Resolvi nunca mais dizer nada, nem falar, sobre algo que seja ridículo, esportivo ou questão de zombaria no dia do Senhor. Noite de Sábado, 23 de Dezembro de 1722 

39. Resolvi nunca fazer algo que possa questionar sobre sua lealdade e conformidade à lei de Deus, para que eu possa mais tarde verificar por mim se tal coisa me é lícito fazer ou não. A menos que a omissão de questionar me seja tornada lícita.

40. Resolvi inquirir cada noite de minha existência, antes de adormecer, se fiz as coisas da maneira mais aceitável que eu poderia ter feito, em relação a comer e beber. 7 de Janeiro de 1723 

41. Resolvi inquirir de mim mesmo no final de cada dia, de cada semana, mês e ano, onde e em que áreas poderia haver feito melhor e mais eficazmente. 11 de Janeiro 1723

42. Resolvi que, com frequência renovarei minha dedicação de mim mesmo a Deus, o mesmo voto que fiz em meu bptismo, o qual recebi quando fui recebido na comunhão da igreja e o qual reassumo solenemente neste dia 12 de Janeiro, 1722-23.

43. Resolvi que a partir daqui, até que eu morra, nunca mais agirei como se me pertencesse a mim mesmo de algum modo, mas inteiramente e sobejamente pertencente a Deus, como se cada momento de minha vida fosse um normal dia de culto a Deus. Sábado, 12 de Janeiro de 1723.

44. Resolvi que nenhuma área desta vida terá qualquer influencia sobre qualquer de minhas ações; apenas a área da vivência para Deus. E que, também, nenhuma ação ou circunstância que seja distinta da religião seja a que me leve a concretizar. 12 de Janeiro de 1723

45. Resolvi também que nenhum prazer ou deleite, dor, alegria ou tristeza, nenhuma afeição natural, nem nenhuma das suas circunstâncias co-relacionadas, me seja permitido a não ser aquilo que promova a piedade. 12 e 13 de Janeiro e 1723 

46. Resolvi nunca mais permitir qualquer medida de qualquer forma de inquietude e falta de vontade diante de minha mãe e pai. Resolvi nunca mais sofrer qualquer de seus efeitos de vergonha, muito menos alterações de minha voz, motivos e movimentos de meu olhar e de ser especialmente vigilante acerca dessas coisas quando relacionadas com alguém de minha família. 

47. Resolvido a encetar tudo ao meu alcance para me negar tudo quanto não seja simplesmente disposto e de acordo com uma paz benévola, universalmente doce e meiga, repleta de quietude, hábil, contente e satisfeita em si mesma, generosa, real, verdadeira, simples e fácil, cheia de compaixão, industriosa e empreendedora, cheia de caridade real, equilibrada, que perdoa, formulada por um temperamento sincero e transparente; e também farei tudo quanto tal temperança e temperamento me levar a fazer. Examinarei e serei severo e acutilante nesse exame cada semana se por acaso assim fiz e pude fazer. Sábado de manhã, 5 Maio de 1723 

48. Resolvi a, constantemente e através da mais acutilante beleza de caráter, empreender num escrutínio e exame minucioso e muito severo, para constatar e olhar qual o estado real de toda a minha alma, verificando por mim mesmo se realmente mantenho um interesse genuíno e real por Cristo ou não; e que, quando eu morrer não tenha nada de que me arrepender a respeito de negligências deste tipo. 26 de Maio de 1723 

49. Resolvi a que tal coisa (de não ter afeto por Cristo) nunca aconteça, se eu a puder evitar de alguma maneira. 

50. Resolvi que, sempre agirei de tal maneira, que julgarei e pensarei como o faria dentro do mundo vindouro apenas. 5 de Julho de 1723 

51. Resolvi que, agirei de tal forma em todos os sentidos, como iria desejar haver feito quando me achasse numa situação de condenação eterna. 8 de Julho de 1723 

52. Eu, com muita frequência, ouço pessoas duma certa idade avançada falarem como iriam viver suas vidas de novo caso lhes fosse dada uma segunda oportunidade de a tornarem a viver. Eu resolvi viver minha vida agora e já, tal qual eu fosse desejar vivê-la caso me achasse em situação de desejar vivê-la de novo, como eles, caso eu chegue a uma sua idade avançada como a sua. 8 de Julho de 1723 

53. Resolvi apetrechar e aprimorar cada oportunidade, sempre que me possa achar num estado de espírito sadio e alegremente realizado, para me atirar sobre o Senhor Jesus numa reentrega também, para confiar nEle, consagrando-me a mim mesmo inteiramente a Ele também nesse estado de espírito; que a partir dali eu possa experimentar que estou seguro e assegurado, sabendo que persisto a confiar no meu Redentor mesmo assim. 8 de Julho de 1723 

54. Sempre que ouvir falar algo sobre alguém que seja digno de louvor e dignificante e o possa ser em mim também, resolvi tudo encetar para conseguir o mesmo em mim e por mim. 8 de Julho de 1723 

55. Resolvi tudo fazer como o faria caso já tivesse experimentado toda a felicidade celestial e todos os tormentos do inferno. 8 de Julho de 1723 

56. Resolvi nunca desistir de vencer por completo qualquer de minhas veleidades corruptas que ainda possam existir, nem nunca tornar-me permissivo em relação ao mínimo de suas aparências e sinais, nem tão pouco me desmotivar em nada caso me ache numa senda de falta de sucesso nessa mesma luta. 

57. Resolvi que, quando eu temer adversidades ou maus momentos, irei examinar-me e ver se tal não se deve a: não ter cumprido todo meu dever e cumprir a partir de então; e permitir que tudo o mais em minha vida seja providencial para que eu possa apenas estar e permanecer inteiramente absorvido e envolvido com meu dever e meu pecado diante de Deus e dos homens. 9 de Junho e 13 de Julho de 1723 

58. Resolvi a não apenas extinguir nem que seja algum leve ar de antipatia, simpatia fingida que encobre meu estado de espírito, impaciência em conversação, mas também e antes poder exprimir um verdadeiro estado de amor, alegria e bondade em todos os meus aspectos de vida e conversação. 27 de Maio e 13 de Julho de 1723 

59. Resolvi que, sempre que me achar consciente de provocações de má natureza e de mau espírito, que me esforçarei para antes evidenciar o oposto disso mesmo, em boa natureza e maneira; sim, que em tempos tal qual esses, manifestar a boa natureza de Deus, achando, no entanto, que em algumas circunstâncias tal comportamento me traga desvantagens e que, também, em algumas outras circunstâncias, seja mesmo imprudente agir assim. 12 de Maio, 2 e 13 de Julho 

60. Resolvi que, sempre que meus próprios sentimentos comecem a comparecer minimamente desordenados, sempre que me tornar consciente da mais ligeira inquietude interior, ou a mínima irregularidade exterior, me submeterei de pronto à mais estrita e minuciosa examinação e avaliação pessoal. 4 e 13 de Julho de 1723 

61. Resolvi que a falta de predisposição nunca me torne relaxado nas coisas de Deus e que nunca consiga retirar minha atenção total de estar plenamente fixada e afixada só em Deus, exista a desculpa que existir para me tentar; tudo que a fala de predisposição me instiga a fazer, abre-me o caminho do oposto para fazer. 21 de Maio e 13 de Julho de 1723 

62. Resolvi a nunca fazer nada a não ser como dever; e, depois, de acordo com Efésios 6:6-8, fazer tudo voluntariosamente e alegremente como que para o Senhor e nunca para homem; “ Sabendo que cada um, seja escravo, seja livre, receberá do Senhor todo bem que fizer”. 25 de Junho e 13 de Julho 1723 

63. Supondo que nunca existiu nenhum indivíduo neste mundo, em nenhuma época do tempo, que nunca haja vivido uma vida cristã perfeita em todos os níveis e possibilidades, tendo o Cristianismo sempre brilhante em todo o seu esplendor, e parecendo excelente e amável, mesmo sendo essa vida observada de qualquer ângulo possível e sob qualquer pressão, eu resolvi agir como se pudesse viver essa mesma vida, mesmo que tenha de me esforçar no máximo de todas as minhas capacidades inerentes e mesmo que fosse o único em meu tempo. 14 De Janeiro e 3 de Julho de 1723 

64. Resolvi que quando experimentar em mim aqueles “gemidos inexprimíveis”, Romanos 8:26, os quais o Apóstolo menciona e dos quais o Salmista descreve como, “ A minha alma se consome de anelos por tuas ordenanças a todo o tempo ”, Salmos 119:20, que os promoverei também com todo vigor existente em mim e que não me “cansarei” (Isaías 40:31) no esforço de dar expressão a meus desejos tornados profundos nem me cansarei de repetir esses mesmos pedidos e gemidos em mim, nem de o fazer numa seriedade contínua. 23 De Julho e 10 de Agosto de 1723 

65. Resolvi que, me tornarei exercitado em mim mesmo durante toda a minha vida, com toda a franqueza que é possível, a sempre declarar meus caminhos a Deus e abrir toda a minha alma a Ele: todos os meus pecados, tentações, dificuldades, tristezas, medos, esperanças, desejos e toda outra coisa sob qualquer circunstância. Tal como o Dr. Manton diz em seu sermão nr.27, baseado no Salmo 119. 26 De Julho e 10 de Agosto, 1723 

66. Resolvi que, sempre me esforçarei para manter e revelar todo o lado benigno de todo semblante e modo de falar em todas as circunstâncias de toda a minha vida e em qualquer tipo de companhia, a menos que o dever de ser diferente exija de mim que seja de outra maneira. 

67. Resolvi que, depois de situações aflitivas, avaliarei em que aspectos me tornei diferente por elas, em quais aspectos melhorei meu ser e que bem me adveio através dessas mesmas situações. 

68. Resolvi confessar abertamente tudo aquilo em que me acho enfermo ou em pecado e também confessar todos os casos abertamente diante de Deus e implorar a necessária condescendência e ajuda dele até nos aspectos religiosos. 23 de Julho e 10 de Agosto de 1723 

69. Resolvi fazer tudo aquilo que, vendo outros fazerem, eu possa haver desejado ter sido eu a fazê-lo. 11 de Agosto de 1723 

70. Que haja sempre algo de benevolente toda vez que eu fale. 17 De Agosto, 1723


Um ano cheio da provisão de Deus

Acredito que 2020 foi ano em que menos escrevi neste diário. Não que eu tenha sido frequente aqui em algum momento anterior, mas de fato, nem mesmo rascunhos consegui completar neste ano. Um ano de altos e baixos, percas e ganhos, tristezas e deleites. Eu não saberia explicar. 

Em janeiro, escrevi algumas previsões e de fato ocorreram assim. Deus sempre esteve ao meu lado, mesmo eu não tendo nada de bom que pudesse atraí-lo. Por muitos anos orei para que o Senhor me desse a oportunidade de conhecer meu irmão ou que ao menos tivesse alguma informação sobre ele: Deus assim o fez. 

Além de muitas outras bênçãos, Deus, em sua maravilhosa graça, me deu o privilégio de me tornar noivo da minha doce e querida Allice. Meu coração está no ápice da felicidade, como jamais esteve antes. Seja quem for que estiver lendo isso, por favor, ore para que Cristo seja cada vez mais glorificado em meu noivado.

No dia seguinte ao noivado, o Senhor, em sua maravilhosa providência, deu ao meu pai o privilégio de ser batizado nas águas, em sua igreja local. Que Deus o edifique em rocha firme e aumente a sua fé diariamente, para Sua própria glória.

Ao hoje, o nosso tudo

Caro leitor, dirijo-me neste momento diretamente a você: quais são os seus planos? Certamente que a maioria das pessoas possuem planos, sonhos ou objetivos em geral para alcançar. Muitos, de fato, os alcançam, mas a grande maioria acaba mudando de rota no meio do caminho. Uns mudam seus planos inesperadamente, pois descobrem que aqueles objetivos do passado foram formados por uma mente ainda imatura. Já outros, morrem. Sim, morrem. Gostaria de enfatizar um pouco sobre essa última afirmação.

Afinal, o que é tudo o que temos?

Eu, assim como todo jovem, possuo meus objetivos. Atualmente meu maior objetivo é concluir minha leitura anual da Bíblia, e mortificar alguns pecados que parecem nunca ir embora. A longo prazo, sonho em me casar assim que me formar na faculdade, ter minha própria casa e entrar para o seminário. Mas será que tudo isso depende de mim? Será que possuo os recursos necessários para conseguir realizar tudo isso? É possível eu ter uma certeza de que tudo isso acontecerá? Certamente você concordará comigo que não.

É comum para todo habitante desta terra possuir objetivos, mas a verdade é que não somos donos nem do nosso próprio respirar. Você acordar vivo hoje foi um grande milagre. Não estou tendencioso a parecer poeta — mas de fato, sim, um grande milagre. Será que você foi tão bom no dia anterior, que Deus o recompensou hoje com mais um dia de vida? Certo que não. Mas o fato de você esta vivo hoje, tem muito a ver com a misericórdia divina. Uma vez que você está de pé hoje, por que perder tempo planejando coisas que talvez jamais nunca venham a acontecer? Afinal, que garantia você possui de que estará vivo amanhã? Sua vida sequer depende de você mesmo. Aliás, você já agradeceu hoje pelo simples fato de ter pulmões funcionando? Você notou a dádiva que recebeu mais uma vez, em ter olhos saudáveis para apreciar a criação de Deus? Uma paisagem, talvez? Ou pessoas que você ama sorrindo? Que grande privilégio você recebeu hoje, em ter em sua cabeça tímpanos capazes de ouvir os sons dos pássaros ou o barulho da chuva.

Essas coisas vem perdendo sua beleza com o tempo, pois estamos ocupados demais valorizando coisas que não importam. Imagine por um momento que te restam poucos minutos de vida. Você usará esse tempo para estar com a sua família, talvez fará coisas que nunca teve coragem de fazer. Coisas que realmente sejam significantes. Você valorizará a vida, pois a estará perdendo. E não é assim que fazemos? Temos um péssimo hábito de valorizar após a perda.

Ao hoje, o nosso tudo

Talvez para você tudo isso soe como uma grande bobagem, mas aconselho que vá a um cemitério hoje, ou a algum hospital de emergência próximo a você. Lá, você aprenderá a não menosprezar a dor alheia. Você notará que um dia, quem sabe, essa dor poderá doer em você também.

24 horas, eis aqui a sua herança e tudo o que você possui — coisa que para alguns, enquanto você lê, não é mais possível. Como você está usando este tempo tão curto concedido a você hoje? Talvez você esteja descansado, afinal, você pode fazer tudo amanhã. Mas aquele velho clichê não deixa de ser verdade: viva cada minuto, como se fosse o último. Um dia ele realmente será.

O único modo válido de se viver

Deus. Essa é a maneira mais inteligente de aproveitar suas poucas horas. Estando em comunhão com o Senhor da sua vida. Buscando a Ele e aprendendo mais Dele. Sendo grato pelo simples fato Dele ter coberto você com Sua misericórdia, permitindo que você viva mais um pouco. Preencha sua mente com a Bíblia, você verá que este livro é de fato seu manual de instruções para viver com sabedoria neste mundo. Ame o seu Criador e o seu Salvador.



06 junho 2020, noite

Tempos de Pandemia

São tempos difíceis no mundo. No momento em que estou escrevendo isso, há 2.244.303 pessoas infectadas com o COVID-19 e 154.219 mortos, de acordo com a Johns Hopkins University. Não podemos sair de casa para evitar a proliferação do vírus, afim de, principalmente, proteger as pessoas que estão no grupo de risco. O país parou, o mundo parou. É irônico pensar como um ínfimo vírus, invisível a olho nu, pôde causar tantos danos ao mundo. Um pequeno vírus literalmente abalou as maiores nações da terra. Líderes mundiais, príncipes e pessoas com alta popularidade não estão isentas desta pandemia.

Agora posso, de fato, notar quão frágil nós somos. Vivemos com uma aparência forte e independente, mas agora posso ver como somos fracos. Países na qual tínhamos como grandes heróis, se mostram agora como grandes covardes — retendo pedidos de cargas internacionais com medicamentos e aparelhos respiratórios para si.

Em contrapartida, é impossível não ver a mão de Deus dizendo-nos 'BASTA'. É uma fase de reflexão global. O Senhor dos exércitos ainda está sentado em Seu trono, reinando entre as nações. Por que, pois, estamos surpresos com isso, uma vez que as Escrituras nos alertam dos tempos do porvir?! Onde está, ó cristão, a sua confiança?! Não se abalem, ó povo de Deus, pois aqueles que confiam no Senhor são como montes de Sião que não se abalam, mas permanecem para sempre (Salmos 125:1).

Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? Lucas 18:8
Eu, particularmente, sentia-me muito sobrecarregado sobre os deveres diários e, honestamente, grandes foram as minhas angústias sobre a vida, queixando-me sobre a falta de tempo para minhas auto-reflexões, e principalmente da minha falta de tempo com Deus, em meu tempo devocional. Ainda que haja pesar, sofrimento, opressão, tristeza: apesar dos pesares, louvo ao Senhor, pois agora posso ler as Escrituras diariamente e também concluir a leitura dos livros que estavam a tanto tempo parados em minha estante.

Além do meu propósito anual de leitura das Escrituras, um livro tem me ajudado de maneira surpreendente. 'A Prática da Piedade', do Lewis Bayly, tem queimado em meu coração a cada capítulo. Eu dou graças a Deus por, em sua infinita misericórdia, ter me dado a oportunidade de iniciar esta nobre leitura. Tenho percebido o quanto fui negligente todos esses anos com as coisas celestes, e como tenho pensado mais nas coisas desse mundo quanto nas do alto. Também tenho aprendido a orar de maneira piedosa e sincera, e a refletir mais sobre minha leitura bíblica.

O mundo jamais voltará a ser como era antes. Clamo ao Senhor para que Ele abençoe a Sua Igreja, e que após esse período ela possa voltar firme e fiel, moldada a imagem de Cristo. Também envio as minhas súplicas para que Ele abençoe a terra e derrame de sua misericórdia entre os povos, curando as pessoas desta pandemia, e abençoando os nossos líderes e governantes em suas tomadas de decisão.




18 abril 2020, manhã. 

Ele sempre esteve lá

O Senhor é bom e fiel. Como posso viver um único dia da minha vida sem louvá-Lo? Será que existe vida fora dos caminhos do Altíssimo Deus? Certamente que não. Ele é o Senhor da vida. E como devemos ser gratos a Ele por nos ter tirado da escuridão para Sua maravilhosa Luz, nos dando um novo coração e um novo Espírito, nos guiando pelos Seus bons caminhos (Ezequiel 36:26-28). Que os homens se voltem para o seu Criador e o louvem, pois Ele é digno. Ah, sim, que os homens se arrependam de seus pecados e se curvem diante dEle. Ainda que me lances fora de Sua presença, ainda assim entoaria os Seus louvores.

Lembro quando tão jovem o Senhor já era comigo. Ah, na verdade, Ele já era comigo desde o ventre. Por volta dos meus 6 a 7 anos de idade, mesmo sem o conhecê-Lo, Ele já me conhecia — então, vendo que minha mãe sairia tão cedo para trabalhar, sendo o sol ainda adormecido, o Senhor me guiou a orar por ela, mesmo sem entender direito o que isso significava, Ele havia colocado em meu coração a confiança nEle. Peguei um pedaço de papel e escrevi: "Senhor Jesus proteja minha mãe. Amém". Ah, isso bastou! O Senhor foi fiel às minhas poucas e ingênuas, porém sinceras, palavras de oração. Só o Senhor sabe quantos livramentos minha mãe recebeu naquela manhã, escapando das mãos daqueles assaltantes que agiam na matina. 

Ele sempre esteve lá. 

Nas pequenas decisões que eu precisei tomar, Ele sempre esteve lá. Quando estive aflito e me sentindo sozinho, Ele sempre esteve lá. Sim! Ainda que meu pai e a minha mãe me abandonem, o SENHOR cuidará de mim (Salmos 27:10). 

Oh! Senhor, tem misericórdia do Teu indigno servo,
ajuda-me, ó Deus meu, e então viverei todos os dias 
para glorificar o Teu nome. Não a nós, SENHOR, não a nós, 
mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da 
tua verdade. (Salmos 115:1) 



17 abril 2020, manhã.

Deus não tem o tamanho do seu vazio

Eu já vi alguém dizer: "DEUS tem o tamanho exato do vazio que existe dentro de você". Então eu respondo: Jovem, não diminua DEUS a tão pouco. Ele superabunda aonde Ele está. E jovem, DEUS não veio na terra para preencher vazios, veio para que eu e você pudéssemos fazer parte do Seu Reino e da Sua Justiça através da Sua superabundante graça e misericórdia.


Um novo ano, 2020

Em 2020 terei provações, tentações, provocações, perseguições, lágrimas, dúvidas, incertezas, tristeza, dores... Mas as minhas orações não são para que Deus me livre dessas coisas.

Só desejo muito, muito mesmo, que eu consiga ser fiel a Ele nesses momentos! Porque até neles, Deus está comigo!

Como é feliz aquele cujo auxílio é o Deus de Jacó, cuja esperança está no Senhor, no seu Deus, que fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e que mantém a sua fidelidade para sempre! (Salmos 146:5-6)


O Cristão e o Trabalho

Escrevi esse post ouvindo Cansado, do Projeto Sola.

Após a conclusão do ensino médio, passei por uma das piores fases da minha vida. A minha rotina havia sido concluída e eu não tinha mais nada pra fazer durante os dias. Meu único pensamento era o de que eu deveria conseguir um trabalho urgente, porquê sejamos francos: ninguém respeita um homem que não trabalha. É simples assim. Tudo bem se um homem for burro, feio ou até um pouco desagradável, desde que trabalhe duro. Mas nada é pior que um cara que não trabalha.

Observe o desprezo do apóstolo Paulo pelo homem preguiçoso: "se alguém não quer trabalhar, também não coma" (2Ts 3.10). Em outras palavras, é como: "Deixe-o passar fome até ele começar a trabalhar". Isso porque o homem foi feito para trabalhar. Temos o dever de trabalhar. Os homens gostam de trabalhar, pois a vida de um homem é uma vida de trabalho. Isso é bom e agrada a Deus.

No livro de Provérbios, capítulo 6, temos várias exortações sobre uma vida de trabalho tendo como exemplo a formiga: "Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio" (v. 6). As formigas são diligentes e prudentes: diligentes por trabalharem muito sem coerção e prudentes por pouparem parte de toda a produção.

As formigas não são um povo forte; todavia no verão preparam a sua comida; Provérbios 30:25
O trabalho é tão central na vida de um homem, que além da adoração, o cristão irá trabalhar até mesmo no céu. Aprendemos isso na parábola das dez minas de Jesus. Também vemos isso na parábola dos talentos, escrita no livro de Mateus.

Foram dois anos de grande labuta procurando um emprego e com a situação econômica atual do país, estava cada vez mais complicado conseguir alguma coisa. Comecei então a trabalhar para mim mesmo vendendo café da manhã na rua. Foi um tempo complicado, mas tirei muita experiência positiva e aprendizado neste período. A mão de Deus está sempre guiando nossos passos se confiarmos de verdade nossos caminhos a Ele.

Com a venda dos lanches na rua, juntei dinheiro e entrei para a faculdade, e com a faculdade, consegui um estágio numa instituição de ensino profissionalizante, até que fui efetivado na mesma como professor.

O trabalho certo para você
Diferentemente das pessoas mundanas que medem o valor do emprego pelo dinheiro que pagam ou pelo prestígio que oferece, os cristão devem pensar de maneira diferente. Nossas preocupações devem ser:

  • Este trabalho glorifica a Deus?
  • Beneficia meu próximo?
  • Eu me considero chamado para este trabalho, ou pelo menos consigo fazê-lo bem e encontrar prazer nele?
  • Ele provê as necessidades materiais?
  • Ele me permite viver uma vida equilibrada e piedosa?

Quero apenas observar os dois primeiros tópicos por um instante, pois considero que sejam os mais importantes nesta lista:

Glorificar a Deus
O Senhor nos fez e nos redimiu para que pudéssemos carregar a sua imagem e servir à causa de sua glória. É pra este propósito que existimos. Já que o nosso trabalho é tão central para quem somos, devemos nos perguntar se ele está em conflito com este propósito. As atividades que exerço em meu trabalho me levam a comprometer os padrões verdadeiramente bíblicos de comportamento? Como por exemplo um trabalho de vendas que envolva algum tipo de enganação ou uma posição de gerência que exija abuso de funcionários. Uma boa maneira de descobrir isso, é se perguntando: "Eu me sentiria constrangido se meu pastor visitasse meu local de trabalho?"

Servir ao próximo
O cristão também deve ganhar a vida fazendo algo que beneficie o seu próximo de alguma forma. Ao mandamento do Antigo Testamento, Jesus acrescentou: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mt 22.39). Ora, tendo em mente este verso, não vejo como os cristãos podem exercer alguma atividade em seu trabalho que não tenha um benefício real para outras pessoas.

Certamente como cristãos, podemos encontrar algo para fazer que beneficie outras pessoas e honre a Deus, mesmo que, no final, ganhemos um pouco menos. Jesus afirma de maneira direta: "Não podeis servir a Deus e às riquezas" (Mt 6.24).

Que Deus nos dê forças para trabalhar de maneira que Ele seja glorificado e que ao mesmo tempo possamos exercer nossa profissão para provê dignamente o necessário para nossas famílias.

Disclaimer: Algumas informações foram extraídas do livro 'Homens de Verdade, o chamado de Deus para a masculinidade' de Richard D. Phillips, da Editora Fiel.

06 outubro 2019, noite.

Das trevas à Luz

Nesta segunda-feira, às 6h da manhã levantei cedo para buscar ao Senhor em oração. Clamei com um espírito contrito e quebrantado, onde não me restaram mais lágrimas acumuladas. Roguei para que o Senhor me mostrasse a Sua glória, pois Sua Palavra é clara quando afirma que, ao buscarmos a Sua face, o acharemos. Na noite anterior havia concluído minha leitura de Efésios, e Deus me encheu de alegria em Suas verdades. Estava próximo ao horário do trabalho, então me contive em orar por apenas 1 hora.

Ao levantar-me de meus joelhos, recebi um vídeo do meu querido pai terreno dando o primeiro passo em direção ao meu Pai celestial. O Senhor o salvou. Deus o tirou das trevas para a Sua maravilhosa luz, fazendo-o reconhecer a sua natureza pecaminosa, e conhecendo que sem o Cristo ele nada pode fazer (ver João 15:5).

Novamente me pus de joelhos para agradecer ao Senhor. A conversão do meu pai foi, por muitos anos o principal motivo de minhas orações. Me afligia o fato de que eu conhecia as grandes verdades reveladas nas Escrituras, entretanto nunca havia evangelizado meu próprio pai. Confiei a minha causa ao Senhor e Ele foi providente quanto a isso.

Lembro-me de ver, quando criança, o meu pai caçoar dos cristãos, xingando-os com palavras torpes pelo simples fato de vê-los indo à igreja. Mas assim como Saulo, meu pai se deparou face a face com o Cordeiro de Deus e experimentou a Sua Graça irresistível.

E quem há de resistir quando o Senhor o chama? Certamente que ninguém.

Oh! Deus, Te louvo com todo meu ser,
Que esperança há para o homem que esteja
Longe dos teus caminhos eternos?

09 setembro 2019, noite.

"Não há santidade sem luta", J.C Ryle

Escrevi esse post ouvindo Olhando Pra Sua Cruz, do João Manô.

Novamente inspirado pelas resoluções do meu estimado Jonathan Edwards, decidi que no final de cada dia irei refletir sobre minhas ações e pensamentos, afim de glorificar mais a Deus e crescer espiritualmente.

Nos últimos dias meu coração tem andado inquieto sobre o assunto salvação. Em algum momento me vi angustiado sobre a doutrina da eleição, de maneira tal, que roguei ao Senhor que se eu ainda não houvesse sido salvo, que Ele em Sua misericórdia me salvasse. Em meio a pecados, tenho clamado ao Senhor de dia e de noite rogando pela Sua presença graciosa, pois Sua Luz ofusca toda a escuridão ao redor, dando-me força à combater o mau que me assola.

Percebi que havia um pouco vaidade nisso.Eliminei-a rapidamente. Após ter minha mente vários dias pairando sobre este assunto, concluí que viverei uma vida voltada para exaltar o meu Criador ainda que Ele me lance no mais profundo abismo. Ah! Que o Cristo seja glorificado em cada fôlego de cada criatura, ainda que não recebam nada em troca. Ele é digno de receber toda honra e todo louvor de Sua criação.

Mas em ti confiei, ó SENHOR, e proclamei: “Tu és o meu Deus!” Os meus dias estão em tuas mãos; (Salmos 31-14,15).
Tenho lutado em oração sobre a santidade. J.C Ryle escreve: “Não há santidade sem luta” – e de fato é verdade. “Não há santidade sem luta” – e se há luta, precisa haver força, e a minha força é o Senhor (Salmos 28:7). Lembro-me das palavras do nosso querido Tiago, dizendo: “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” (Tiago 4:7).

Hoje observei um alto nível de ansiedade e estresse, que vem se transformando em ira e impaciência em meu próprio lar. Manterei o amor de Cristo acima dessas coisas e agirei como Cristo agiria. Colocarei minhas dores e problemas diante do Trono da Graça a noite, durante minhas orações noturnas.

Hoje dei continuidade aos meus estudos no livro de Efésios, e o Senhor abriu meus olhos quanto a santidade enquanto lia o final do capítulo 4 e todo capítulo 5.

Criei uma pequena lista de coisas que acredito ser o dever de todo cristão em sua rotina:

  • Manter diariamente os estudos das Escrituras. (Josué 1:8),
  • Orar todos os dias. (1 Tessalonicenses 5:17),
  • Fazer tudo para a glória de Deus. (1 Coríntios 10:31),
  • Ensinar à outros tudo o que foi lido e aprendido.

Medita estas coisas; ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos. (1 Timóteo 4:15)

05 setembro 2019, noite.